
Aquele era um caminho sem volta e ele sabia. Condenar sua conduta impigia-lhe certos paradigmas. O ímpeto e a força interior acometia-lhe a alma, suplantando todas as dúvidas e concepções...Dúbias eram as palavras.
Estava certo, o caminhar era duro e a estrada extensa e repleta de obstáculos...Não cederia à contento dos outros! Rendeu-se ao amor de outrora, numa algaravia platônica de alcova, dois corpos, dois pólos atraídos pelo desejo incontido. No ventre daquela fêmea de corpo frágil e dócil despontava uma nova vida...O teu fruto, tua descendência à perpetuar-se.
Aquele varão ficou perplexo, estático , imóvel. A alegria incontida entre o choro e a felicidade estampava-lhe o rosto corado de olhar rapinado. Não fugiria à responsabilidade, sua Jasmine, seu filho, sua terra precisavam de braços fortes. Tiraria do sulco daquela terra, da força de suas mãos o sustento precioso que semearia. No horizonte um caminho de incertezas, no ventre de sua amada viu-se presente a hombridade que guardara, não exitou: "sou homem da terra, desta que tanto me deu tenho somente gratidão".
As mãos calejadas prostraram-se unidas, agradecendo à Deus por sua vida, pela natureza em comunhão...Tua descendência na cadeia evolutiva concretizava-se.
Num abraço varonil acalenta e envolve Jasmine. "Sou teu minha amada, sou desta terra é aqui onde finco meu sabre reluzente pois no coração repousa a lealdade ..."
O nobre homem dá as costas à estrada... Volta-se para sua paixão e história, pois não há fronteiras ao amor perene.
Luiz Carlos Reis
Estava certo, o caminhar era duro e a estrada extensa e repleta de obstáculos...Não cederia à contento dos outros! Rendeu-se ao amor de outrora, numa algaravia platônica de alcova, dois corpos, dois pólos atraídos pelo desejo incontido. No ventre daquela fêmea de corpo frágil e dócil despontava uma nova vida...O teu fruto, tua descendência à perpetuar-se.
Aquele varão ficou perplexo, estático , imóvel. A alegria incontida entre o choro e a felicidade estampava-lhe o rosto corado de olhar rapinado. Não fugiria à responsabilidade, sua Jasmine, seu filho, sua terra precisavam de braços fortes. Tiraria do sulco daquela terra, da força de suas mãos o sustento precioso que semearia. No horizonte um caminho de incertezas, no ventre de sua amada viu-se presente a hombridade que guardara, não exitou: "sou homem da terra, desta que tanto me deu tenho somente gratidão".
As mãos calejadas prostraram-se unidas, agradecendo à Deus por sua vida, pela natureza em comunhão...Tua descendência na cadeia evolutiva concretizava-se.
Num abraço varonil acalenta e envolve Jasmine. "Sou teu minha amada, sou desta terra é aqui onde finco meu sabre reluzente pois no coração repousa a lealdade ..."
O nobre homem dá as costas à estrada... Volta-se para sua paixão e história, pois não há fronteiras ao amor perene.
Luiz Carlos Reis